Factos estranhos do estranho Mundo em que vivemos

Sexta-feira, 01 de Julho de 2011

 

 

"Várias pessoas participaram no domingo passado no ‘Salto do Diabo’, uma tradição do norte de Espanha na qual homens vestidos de amarelo se deslocam a uma determinada rua e saltam por cima dos bebés daquela localidade.

Este ritual, que surgiu na época medieval, serve para livrar os ditos bebés do pecado original, tendo estes que ter nascido depois  do último ‘Salto do Diabo’.

Os pais das crianças colocam-nos no chão, enrolados em mantas, deixando-os à espera do salto que trará a absolvição.

O ‘Salto do Diabo’ ocorre durante o Corpus Christi, um dia de festa para os cristãos, sendo o tema principal os anjos e os diabos. "

 

Fonte: Correio da Manhã
publicado por Lígia Laginha às 07:39

Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

 

 

 

 

Bom dia caros visitantes do "Olhos Esbugalhados".

 

O insólito de hoje leva-nos a pensar como é bom existir a cesariana. É que às vezes os putos dão-lhe para crescer logo dentro da mãe e como tudo o que entra tem de sair (acho eu...) senão houvesse a cesariana era um "maldanado". Bem, de seguida o artigo do "Correio da Manhã" para ficarem por dentro da porporção da coisa:

 

"Matthew Anthony Maldanado é um bebé especial e vai entrar para o grupo dos recém-nascidos de maior peso. O bebé nasceu com 6,4 quilos, de cesariana, depois de a mãe ter estado em trabalho de parto durante dois dias num hospital da Califórnia, nos Estados Unidos. 

Apesar das expectativas serem de que Matthew fosse um bebé grande, o seu peso real deixou surpresos tanto os pais como a equipa médica que acompanhou o parto, no hospital de Salinas, Califórnia.
De acordo com o livro de recordes do Guinness, o maior bebé do mundo nasceu no Canadá com 10,5 quilos, em 1879. Mais recentemente, uma mulher deu à luz um bebé de 8,6 quilogramas na Indonésia."

 

sinto-me:
publicado por Lígia Laginha às 07:00

Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

 

 

 

Bom dia caríssimos visitantes deste bizarro blog.


Hoje falamos da notícia que ontem fez parte da maioria dos jornais e telejornais do nosso país à beira-mar plantado: a necessária presença do titular para entrega do cartão de cidadão. Na verdade, ninguém se perguntou o que se faria no caso desse titular ser um bebé e como agora até os bebés têm de ter essa beleza natural que é o cartão de cidadão é claro que deu confusão. As pobres crianças ao invés de irem para as creches têm de ir fazer "gu gu dá dá" para a fila das Lojas do Cidadão e depois quando chega a vez deles expressar outros sinais infantis que signifiquem que são o titular do seu cartão e o vêm levantar. Bem isto é de doidinhos. De seguida o artigo retirado do jornal "Sol" para que fiquem mais elucidados.

 

"Alguns pais estão a ser obrigados a passar uma procuração a si próprios ou a levar consigo bebés de meses para conseguir levantar o Cartão de Cidadão (CC) dos filhos menores.

Ângelo Mesquita nem queria acreditar quando um funcionário da Conservatória do Registo Civil, na avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, lhe disse que não poderia entregar o cartão do filho de cinco meses sem que este estivesse presente.

A solução encontrada pelo responsável pelo serviço foi uma insólita procuração: «Tive de declarar que, enquanto pai, me autorizava a mim mesmo a levantar o Cartão de Cidadão dele».

Se não tivesse assinado o documento que o funcionário lhe apresentou, Ângelo só poderia receber o documento «na presença do bebé».

Andreia Vital deparou-se com uma situação idêntica, na Loja do Cidadão das Laranjeiras, também em Lisboa. «Disseram-me que só podia levantar o documento, se levasse a minha filha. Mas ninguém me avisou de nada no dia em que fui fazer o cartão dela».

Andreia explica que nunca lhe passou pela cabeça ter de levar uma criança de 16 meses para ser autorizada a receber o Cartão. «Se me tivessem avisado, teria levado a bebé, até para beneficiar do atendimento prioritário», diz, explicando que foram as novas regras de dedução de despesas no IRS que a levaram a fazer o Cartão de Cidadão para a filha.

«Como é preciso o número de contribuinte, para descontar as despesas nos impostos, somos obrigados a fazer o Cartão de Cidadão». Não foi a única. «A Loja do Cidadão parecia uma creche: cheia de bebés»."


sinto-me:
música: Continuas chamando-me assim bebé :)
publicado por Lígia Laginha às 07:02

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