Factos estranhos do estranho Mundo em que vivemos

Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

 

 

 

Bom dia caríssimos visitantes deste bizarro blog.


Hoje falamos da notícia que ontem fez parte da maioria dos jornais e telejornais do nosso país à beira-mar plantado: a necessária presença do titular para entrega do cartão de cidadão. Na verdade, ninguém se perguntou o que se faria no caso desse titular ser um bebé e como agora até os bebés têm de ter essa beleza natural que é o cartão de cidadão é claro que deu confusão. As pobres crianças ao invés de irem para as creches têm de ir fazer "gu gu dá dá" para a fila das Lojas do Cidadão e depois quando chega a vez deles expressar outros sinais infantis que signifiquem que são o titular do seu cartão e o vêm levantar. Bem isto é de doidinhos. De seguida o artigo retirado do jornal "Sol" para que fiquem mais elucidados.

 

"Alguns pais estão a ser obrigados a passar uma procuração a si próprios ou a levar consigo bebés de meses para conseguir levantar o Cartão de Cidadão (CC) dos filhos menores.

Ângelo Mesquita nem queria acreditar quando um funcionário da Conservatória do Registo Civil, na avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, lhe disse que não poderia entregar o cartão do filho de cinco meses sem que este estivesse presente.

A solução encontrada pelo responsável pelo serviço foi uma insólita procuração: «Tive de declarar que, enquanto pai, me autorizava a mim mesmo a levantar o Cartão de Cidadão dele».

Se não tivesse assinado o documento que o funcionário lhe apresentou, Ângelo só poderia receber o documento «na presença do bebé».

Andreia Vital deparou-se com uma situação idêntica, na Loja do Cidadão das Laranjeiras, também em Lisboa. «Disseram-me que só podia levantar o documento, se levasse a minha filha. Mas ninguém me avisou de nada no dia em que fui fazer o cartão dela».

Andreia explica que nunca lhe passou pela cabeça ter de levar uma criança de 16 meses para ser autorizada a receber o Cartão. «Se me tivessem avisado, teria levado a bebé, até para beneficiar do atendimento prioritário», diz, explicando que foram as novas regras de dedução de despesas no IRS que a levaram a fazer o Cartão de Cidadão para a filha.

«Como é preciso o número de contribuinte, para descontar as despesas nos impostos, somos obrigados a fazer o Cartão de Cidadão». Não foi a única. «A Loja do Cidadão parecia uma creche: cheia de bebés»."


sinto-me:
música: Continuas chamando-me assim bebé :)
publicado por Lígia Laginha às 07:02

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